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“Há um plano para afastar o FC Porto do título e colocar o Benfica em 2º”

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José Fernando Rio não poupou nas críticas à recente arbitragem do Moreirense-FC Porto. O antigo candidato à presidência portista considera que existe um plano para afastar os dragões dos dois primeiros lugares, em prol de Sporting e Benfica.

“O problema é que não estão a tentar só afastar o FC Porto do segundo lugar, estão a tentar que a equipa que está em terceiro lugar chegue ao segundo. O segundo é muito importante. Desportivamente não dá um título, é isso que o Porto quer, mas o segundo dá acesso direto à Liga dos Campeões. Temos o Benfica, que investiu milhões, que disse que ia arrasar, mas estava até há pouco tempo a lutar com o Braga pelo terceiro e quarto lugar“, denunciou em declarações à Bola Branca da Rádio Renascença.

Rio reconhece que as opções iniciais de Sérgio Conceição não foram as mais acertadas, mas não tem dúvidas de que a partida ficou marcada por uma equipa de arbitragem “incompetente”. O comentador vai mais longe e diz que só “um adversário que foi a equipa de arbitragem” impediu a conquista de três pontos.

Rio considera também que estranhou a nomeação de Hugo Miguel, tendo em conta o seu fraco desempenho no Farense-Sporting e como VAR do Portimonense-Benfica.

“Nomeação do Hugo Miguel não cheirou muito bem, já não esteve bem no Farense-Sporting e no VAR do Portimonense-Benfica e os portistas não entenderam a nomeação para o jogo tão importante. Estas dúvidas confirmaram-se em campo com uma atuação totalmente incompetente“, referiu.

A hipótese de Sérgio Conceição falhar o que resta da temporada por castigo, não é algo que preocupe o comentador azul e branco.

“Preferia que Sérgio Conceição estivesse presente no banco do Porto, mas hoje em dia nós vemos o Rúben Amorim nestes jogos de suspensão e ele praticamente estava no banco. Estava na bancada mas mandava ordens para o banco e até incentivava e dava indicações aos seus jogadores. Portanto, também não entendo bem que tipo de suspensões e castigos são estes, que agora sem público nas bancadas, estar no banco ou num camarote tem quase o mesmo efeito”, concluiu.